Mesmos gráficos, meses diferentes, zero análise. Ninguém está olhando os números — só exportando o mesmo modelo todo mês.
Campanha reprovada, verba estourada, WhatsApp fora do ar — e quem avisa é você, não a agência. Cliente monitorando a própria agência é o mundo invertido.
A pergunta é "cadê os pacientes?" e a resposta vem em CPM, CTR, ROAS. Resposta que confunde em vez de esclarecer costuma ser resposta que esconde.
"Precisa investir mais" sem diagnóstico do que já foi investido não é estratégia — é bomba de sucção. Aumentar orçamento sem entender por que o atual não performa só acelera o prejuízo.
Vale checar o histórico de alterações no gerenciador de anúncios: se está vazio, a gestão mensal está sendo paga por uma campanha abandonada, rodando sozinha no piloto automático.
A conta de anúncios é sua por direito. Quem esconde o acesso a ela esconde o resto também. Diferente dos outros cinco sinais, este não abre espaço pra conversa: é o ponto final da relação.
Um ou dois desses sinais podem ser conversa a ter com a agência atual. O sexto — acesso negado à própria conta — não é: ali, o próximo passo é encerrar o contrato e levar o histórico junto.
Da psicóloga ou clínica contratante, não da agência — desde o primeiro dia. Uma agência que nega ou dificulta esse acesso está sinalizando algo sobre o resto da relação.
Não sem diagnóstico do que já foi investido. Aumentar orçamento sem entender a causa da baixa performance tende a ampliar o prejuízo, não corrigi-lo.
O histórico de alterações no gerenciador de anúncios mostra isso: edições recorrentes indicam gestão ativa; histórico vazio por meses indica campanha rodando sozinha enquanto a mensalidade continua sendo cobrada.
Fazer as perguntas que separam quem responde na hora de quem enrola — cobrindo de quem fica a conta, qual métrica é otimizada e o que acontece no primeiro mês de contrato.
Fontes citadas: nenhuma estatística externa citada nesta peça — levantamento qualitativo de padrões recorrentes em relações entre psicólogas(os) e agências/gestores de tráfego, aplicado ao pilar "consultório como negócio" da Presença Analítica.
Esse guia é a versão em texto de uma peça que publicamos no Instagram — veja o post original.
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