Agenda com espaço costuma dar a sensação de que ninguém está procurando terapia agora. É uma leitura compreensível — e incompleta. De dentro da sala, não dá para ver quem está digitando "preciso de terapia" no Google neste momento. Não é falha de quem atende: a graduação em psicologia não ensina a medir esse tipo de procura.
6 em cada 10 brasileiros pesquisam sobre saúde na internet, segundo levantamento do IESS (Instituto de Estudos de Saúde Suplementar). E quem pensa em iniciar terapia, cada vez mais, segue o mesmo caminho: pesquisa antes de escolher com quem falar. A busca por atendimento em psicologia e psiquiatria cresceu 300% nos últimos anos, segundo levantamento noticiado pelo Portal Hospitais Brasil — não é impressão, é comportamento medido, inclusive na sua cidade.
1. Crie uma conta no Google Ads — é gratuita, e não é preciso ativar nenhuma campanha só para consultar dados.
2. Abra o Planejador de Palavras-chave — fica no menu Ferramentas da conta. É onde o Google mostra o que as pessoas realmente digitam.
3. Digite os termos da sua região — comece por "psicóloga" combinado com o nome da sua cidade, e também "terapia online".
4. Leia as médias mensais de busca — em conta nova, sem anúncios ativos, o Google mostra a estimativa em faixas (por exemplo, 100 a 1 mil buscas por mês), o suficiente para enxergar o tamanho da demanda local.
O tempo total é de cerca de 10 minutos, e o custo é zero.
Por trás dessas buscas há pessoas que já decidiram procurar ajuda — não todas elas, mas acontece todo mês, em toda cidade com população suficiente para gerar volume de busca. Quem já decidiu não está esperando indicação de uma amiga: está pesquisando, comparando e escolhendo com quem falar. O Google é onde cada vez mais pacientes particulares tomam essa decisão. A demanda geralmente não é o problema — a visibilidade, talvez seja.
A Presença Analítica roda a própria campanha de Google Ads e lê esse tipo de painel todos os dias — essa leitura de demanda é rotina interna, não um exemplo pontual. Um case de cliente só é usado com autorização por escrito e número de painel real, nunca inventado. Por isso a orientação aqui é ensinar você a conferir com os seus próprios olhos, em vez de pedir para acreditar num print de terceiro.
Pelo Planejador de Palavras-chave do Google Ads (gratuito, sem precisar ativar campanha): digite "psicóloga" + o nome da sua cidade e leia a estimativa de buscas mensais, que aparece em faixas para contas novas.
Não. A conta do Google Ads é gratuita e a consulta de volume de busca não exige nenhum anúncio ativo nem gasto.
A busca por atendimento em psicologia e psiquiatria cresceu 300% nos últimos anos, segundo levantamento noticiado pelo Portal Hospitais Brasil.
6 em cada 10, segundo o IESS (Instituto de Estudos de Saúde Suplementar) — e a procura por terapia segue essa mesma lógica de pesquisa prévia.
Não necessariamente. A demanda de busca no Google é medida separadamente da agenda do consultório — é possível haver procura real na cidade que ainda não chegou até você por falta de visibilidade online.
Fontes citadas: IESS — Instituto de Estudos de Saúde Suplementar · levantamento noticiado pelo Portal Hospitais Brasil · dados do Planejador de Palavras-chave do Google Ads.
Esse guia é a versão em texto de uma peça que publicamos no Instagram — veja o post original.
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