O padrão se repete: termo de busca genérico como "psicólogo online", correspondência ampla (o Google decide sozinho quais buscas parecidas disparam o anúncio), site de uma página só sem estrutura por dor específica, e nenhuma palavra negativada configurada.
Sem palavras negativadas, o Google entrega o mesmo anúncio pra quem busca "psicólogo online grátis", "psicólogo barato", "psicólogo unimed" ou "atendimento 24h grátis". Cada um desses cliques é pago — e nenhum deles vem de alguém procurando pagar uma sessão particular, e sim procurando preço baixo ou gratuidade.
O canal não falhou — a campanha é que nunca foi configurada pra filtrar quem não é público pagante. Clique caro somado a lead que não converte é o resultado esperado de uma campanha ampla demais, não um problema do Google Ads como ferramenta.
Três ajustes mudam o resultado: lista de termos negativados (excluindo "grátis", "barato", planos de convênio específicos, "online" quando não é o público-alvo), uma campanha separada por dor/especialidade em vez de uma genérica pra tudo, e cada dor levando pra uma página própria com WhatsApp respondendo em minutos.
Como caso real da própria Presença Analítica — não uma promessa de resultado — a primeira campanha estruturada dessa forma chegou a 6% de taxa de conversão, o triplo da média usual do setor de saúde.
A causa mais comum é campanha ampla demais: termo genérico, sem palavras negativadas e site de uma página só — o que faz o Google entregar clique pago pra quem busca preço baixo ou gratuidade, não terapia paga.
São termos que você configura pra impedir que seu anúncio apareça pra quem os digita — como "grátis", "barato" ou nomes de convênio — evitando pagar por clique de quem não é seu público pagante.
Geralmente não. Uma campanha separada por dor ou especialidade, cada uma levando a uma página própria, tende a filtrar melhor quem já procura aquele atendimento específico do que uma campanha única e ampla.
Não existe padrão universal, mas campanhas bem estruturadas tendem a superar bastante a média do setor de saúde — a média costuma ficar bem abaixo de campanhas com boa negativação e páginas segmentadas por dor.
Fontes citadas: o número de 6% de conversão é um caso real da própria Presença Analítica, mencionado como tal na peça original do carrossel — não uma estatística de mercado externa nem uma promessa de resultado.
Esse guia é a versão em texto de uma peça que publicamos no Instagram — veja o post original.
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