Uma lista de boas práticas é útil, mas fica abstrata até aparecer aplicada. O site da Franciele Almeida, psicóloga clínica de orientação psicanalítica, serve aqui como exemplo real de cada item de um checklist — não como promessa de resultado, mas como demonstração de como a teoria fica quando vira página no ar.
1. Para quem atende, no topo. A frase "Sua dor merece uma escuta verdadeira" já resume o público em uma frase, sem precisar rolar a página — quem chega sabe imediatamente se aquele consultório é para ela.
2. Nome completo, "psicóloga" e CRP sempre à vista. Como pede o Código de Ética e as orientações de publicidade do CFP — não como detalhe de rodapé, mas visível já na primeira dobra da página.
3. WhatsApp a um toque. Botão fixo, visível do início ao fim da navegação — cada passo extra que o visitante precisa dar é uma chance a mais de desistir antes de mandar mensagem.
4. Presença real. Foto atual e formação verdadeira — o rosto de quem vai efetivamente atender, não uma imagem de banco de imagens genérica.
Três erros comuns que fazem quem chegou decidida pelo anúncio... fechar a aba antes de virar contato: agregador de links no lugar de um site próprio, texto cheio de jargão de abordagem clínica que só faz sentido para outra psicóloga, e formulário de contato sem aviso de privacidade e consentimento conforme a LGPD.
Um site assim transforma clique de anúncio em mensagem no WhatsApp. Anúncio bom com site fraco é verba desperdiçada — o site é, na prática, metade da campanha: ele decide se a pessoa que clicou vai mesmo iniciar a conversa ou vai fechar a aba sem escrever nada.
Este exemplo complementa o checklist completo de 7 itens de site que converte — vale revisar o seu site contra os dois: a lista completa de itens, e este exemplo de como eles ficam aplicados numa página real.
Uma frase que já diz para quem o consultório atende, sem precisar rolar a página — como "Sua dor merece uma escuta verdadeira", que resume o público-alvo de forma direta.
Sim. Nome completo, "psicóloga"/"psicólogo" e número de registro no CRP precisam estar visíveis, conforme o Código de Ética e as orientações de publicidade do CFP.
Não é recomendado. Um agregador de links não permite o mesmo controle sobre a primeira impressão, a hierarquia de informação e o botão de WhatsApp fixo que um site próprio oferece.
Sim. Formulários que coletam dados pessoais sem aviso de privacidade e sem consentimento explícito ficam fora de conformidade com a LGPD.
Porque o site que recebe o clique é metade da campanha — se ele não responde rápido a "dá para confiar?", a pessoa fecha a aba antes de escrever no WhatsApp, mesmo tendo clicado por interesse real.
Fontes citadas: site institucional da psicóloga Franciele Almeida (CRP 07/44687), usado como exemplo real com autorização.
Esse guia é a versão em texto de uma peça que publicamos no Instagram — veja o post original.
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